Dislexia e Medicamentos: Existem Remédios? Não — Mas as Dificuldades Podem Ser Eliminadas
Jan 27, 2026Dislexia e medicamentos: existem remédios para curar a dislexia? Não. Mas as dificuldades podem ser eliminadas. Descubra o que realmente funciona para crianças e adultos.
"Existem medicamentos para dislexia?" Se você está procurando uma pílula que resolva as dificuldades do seu filho, a resposta é não. Não existem medicamentos para dislexia — e não é porque a ciência ainda não os descobriu. O motivo é mais simples: a dislexia não é uma doença. Não são necessários remédios. Mas isso não significa que não haja nada a fazer. Pelo contrário.
Neste artigo, explico por que os medicamentos para dislexia não existem, o que realmente funciona e qual é a diferença entre quem fica parado e quem supera as dificuldades.
Se você é pai ou mãe de uma criança disléxica, ou um adulto que convive com essa característica, aqui você encontrará respostas claras — sem falsas promessas.
Veja o que você encontrará neste artigo:
Continue lendo para descobrir a verdade sobre remédios para dislexia e, principalmente, o que realmente funciona para alcançar a autonomia total na leitura e no estudo.
Por que não existem medicamentos para a dislexia
A dislexia não é uma doença. É uma forma diferente de processar a linguagem escrita. Não há nada "quebrado" que precise ser consertado com um remédio. Não existe um desequilíbrio químico a corrigir. Não há um vírus a combater.
Medicamentos para dislexia não existem pelo mesmo motivo que não existem medicamentos para ser canhoto: não há nada a ser tratado do ponto de vista médico. Para entender melhor essa perspectiva, recomendo a leitura do nosso artigo sobre o que realmente é a dislexia.
A dislexia é uma característica neurológica. O cérebro de uma pessoa disléxica funciona de maneira diferente — não pior. Se alguém oferece "remédios para dislexia" ou "tratamentos farmacológicos", está vendendo ilusão. A ciência é clara nesse ponto.
Mas então, o que pode ser feito? As causas da dislexia estão relacionadas à forma como o cérebro processa informações — e isso não se muda com pílulas. Muda-se com método.
E os suplementos? Funcionam?
De tempos em tempos surgem suplementos que prometem "melhorar" a dislexia: ômega-3, vitaminas do complexo B, magnésio…
A verdade? Não existem evidências científicas de que suplementos tenham efeitos específicos sobre a dislexia. Eles podem fazer bem para a saúde geral? Sim. Podem melhorar a concentração de forma genérica? Talvez. Mas resolver as dificuldades de leitura? Não.
O problema não é falta de vitaminas. É um método de aprendizagem que não respeita o funcionamento da mente disléxica. Os sintomas da dislexia não desaparecem com suplementos — eles persistem até que a causa real seja abordada.
A dislexia não se resolve com uma pílula ou suplemento. Resolve-se com um método.
Compensar vs. Resolver: a verdadeira escolha
Se não existem medicamentos para dislexia, o que o sistema tradicional oferece? Instrumentos compensatórios: síntese de voz, mapas conceituais, tempo extra.
Esses instrumentos ajudam a "sobreviver" à escola. Mas têm um limite enorme:
Compensar = usar muletas que contornam o problema
Resolver = eliminar o problema na raiz
Uma criança que usa síntese de voz por anos não aprende a ler. Aprende a depender da síntese de voz. É isso que queremos para nossos filhos?
A pergunta certa não é "quais medicamentos existem para dislexia?", mas sim: "como posso tornar meu filho autônomo?"
A dislexia pode trazer problemas psicológicos quando a pessoa se sente permanentemente dependente de ajudas externas. A autonomia é a verdadeira solução.
O método que elimina as dificuldades
Existe uma abordagem diferente. Um método criado por quem viveu a dislexia na própria pele.
O DysWay® nasceu da história de Cecilia Cruz — pedagoga e disléxica — que procurou por anos uma solução que não existia… até criá-la.
A filosofia é clara:
• Não medicamentos, mas método
• Não compensar, resolver
• Não dependência, autonomia
O método atua em quatro áreas fundamentais:
Leitura visual — para ler com fluidez
Compreensão total — para compreender de verdade
Método de estudo visual — para estudar sozinho
Comunicação — para se expressar com segurança
O resultado? Crianças e adultos que leem e estudam como todos os outros. Sem medicamentos. Sem muletas. Veja os depoimentos de quem já conseguiu.
Quer saber se essa abordagem é adequada para seu filho?
Agende uma consultoria gratuita com quem viveu a dislexia em primeira pessoa.
→ Agende a consultoria gratuitaO que fazer em vez de medicamentos
Se seu filho é disléxico, veja o que realmente funciona:
1. Aceite que não é uma doença. Pare de procurar remédios. A dislexia é um modo diferente de pensar que, quando compreendido, pode se tornar um ponto forte.
2. Obtenha o diagnóstico. Ele é necessário para entender o perfil específico do seu filho. Conhecer os sintomas da dislexia infantil pode ser o primeiro passo.
3. Não fique apenas nos instrumentos compensatórios. Eles são uma ponte, não o destino. O objetivo deve ser a autonomia.
4. Procure um método que leve à autonomia, não à dependência. Pergunte-se: "Meu filho está aprendendo a fazer sozinho ou está cada vez mais dependente de ajudas?"
5. Aja agora. Quanto antes a intervenção, melhores os resultados. A dislexia em adultos pode ser resolvida, mas é mais fácil quando se começa cedo.
Perguntas Frequentes sobre Dislexia e Medicamentos
Existem medicamentos para a dislexia?
Não. A dislexia não é uma doença, portanto não existem remédios para tratá-la.
Suplementos ajudam na dislexia?
Não há evidências científicas de que suplementos específicos melhorem a dislexia. Podem ajudar a saúde geral, mas não resolvem as dificuldades de leitura.
Se não existem medicamentos, o que pode ser feito?
Utilizar um método específico que respeite o funcionamento da mente disléxica e leve à autonomia na leitura e no estudo.
Um médico pode prescrever algo para a dislexia?
Não. Médicos podem diagnosticar a dislexia, mas não existem prescrições farmacológicas para tratá-la.
Por que algumas pessoas oferecem medicamentos para dislexia?
Desinformação ou marketing. A ciência é clara: dislexia não se trata com remédios.
Conclusão — Não são necessários medicamentos, é necessário um método
Agora você sabe a verdade: medicamentos para dislexia não existem e nunca existirão, porque não há nada a ser tratado do ponto de vista médico.
Mas as dificuldades podem ser eliminadas — com o método certo.
Não compensando. Não dependendo de instrumentos. Mas construindo autonomia real.
O primeiro passo é entender qual percurso é o mais adequado para seu filho.
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